Fernando André

Fernando André

Desde 1885, sobe e desce na memória
Um tempero com arte, faz parte da história
Glória no carril, Lisboa em movimento
Se o ferro falasse, soltava o sentimento

No elétrico vintage, vejo o passado
Uma selfie do tempo, um quadro pintado
No vaivém do trilho, oiço fado como canção
De um povo que vive com alma e paixão.