Samuel Ramos

Samuel Ramos

Monsaraz – Na Planura do Alentejo, a Candura do Branco. Sobre o casario, a Luz repousa numa Paz Melancólica, refletindo a Serenidade de um Tempo que se prolonga. Pelas ruelas, Ecos de História e histórias, enquanto ao longe o Guadiana se espraia, contemplativo. Monsaraz… um Poema esculpido em Cal e Xisto, onde o Passado e o Presente da nossa Portugalidade se encontram sob o Céu Vasto e Eterno